Ter um nome diferente há vantagens e também desvantagens.
Logo que você conhece alguém, a pessoa sempre pergunta o porquê do nome, e
você com toda delicadeza explica-o. Quem mandou ter um nome diferente? Ninguém!
Lembro que quando era criança e ia ao médico com meus pais, e as secretárias
dos respectivos perguntavam meu nome, e nunca sabiam como escrevê-lo, e eu toda
intrometida, logo soletrava T – U – I – G – U – E (e achava o máximo poder
soletrar o meu nome.) Mas na verdade eu adoro o meu nome, mesmo sendo estranho,
diferente, incomum, talvez também por ser incomum, chata e compulsiva por
xícaras (risos)
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Vou lhes contar a verdade, como esse nome chegou a pessoa
aqui, ops lesada. Minha mãe trabalhava na casa de um casal que na época não
eram muito novos, a mulher estava grávida de uma menina. E naquele ano a Modelo
Twiggy foi desfilar onde ela morava, mais precisamente em Joinville, e a tal
mulher foi ao desfile e minha mãe também, claro. Quando a menina nasceu ela
colocou o nome de Tuigue e anos mais tarde, eu nasci e também recebi o mesmo nome. Sempre almejei um nome com significado, do tipo nasceu pra ser amada. No meu caso, nasci pra ser um graveto (risos), pois twigs é graveto. Isso eu invejo
dos outros nomes. Sempre gostei de significados, e acredito em acontecimentos
incomuns, nada nessa vida acontece por acaso, tudo tem um sentido de ser.
Então agora vou contar a história da modelo Twiggy, que na
verdade se chama Lesley Lawson, nascida em Londres, setembro de 1949, é uma
modelo, atriz e cantora britânica. Considerada uma das primeiras supermodelos
do mundo, sua imagem quase andrógina, macérrima, pequena, com cabelos loiros
muito curtos e imensos olhos realçados com camadas de rímel e cílios postiços,
a tornaram um ícone da moda e de estilo dos anos 60. Filha de um mestre de
carpinteiro e de uma balconista nas lojas Woolworth, ela estudou na Kilbum High
School of Girls e começou a carreira de modelo aos 15 anos, em 1964. Sua
aparência adolescente, muito magra, lhe rendeu o apelido “Twigs” (graveto) o
que levou ao apelido que a tornaria famosa mundialmente, Twiggy, que a dona
achava ridículo. Em 1970, com apenas 21 anos, menos de 5 anos de carreira e no
auge da fama, Twiggy encerrou precocemente sua carreira, como a mesma falou em
uma entrevista, “ninguém pode ser um cabide de roupas para sempre”, depois
dedicou-se a carreira de cantora e atriz. Aos 56 anos, ela voltou à moda para
desfilar, filmar e fotografas a coleção da grande cadeia de lojas de roupas
Mark&Spencer. Sua participação nesta campanha fez com que a imprensa
britânica a creditasse como responsável pelo nascimento da marca. Twiggy
Lawnson ainda vive e lançou uma marca de roupas com seu nome.

Bom,
não sou nada comparada a ela, um ícone dos anos 60 que até hoje é lembrada por
muita gente. Sou só uma “relis” cadeirante, “fodida” (desculpa a palavra, mas
às vezes é preciso), famosa e feliz. (risos) Fodida, por ser minha condição de
cadeirante e a máquina que levo todo dia por onde vou, estar com as engrenagens um
pouco gastas, famosa, bom isso é muito relativo, você pode ser famosa por
muitas coisas, por reconhecimento do seu trabalho e esforço, por plantar o bem
por onde passa, por fazer algo que realmente vale a pena nessa vida, e penso
que há muitas contingências, talvez o blog traz algo de legal, de bom para minha
vida. Bom, agora falta ser feliz, eu acho, não, eu tenho certeza que eu sou uma
menina, garota, pessoa, mulher feliz, que a vida nos traz uma gama de
possibilidades e cabe a nós filtrarmos os momentos bons e ruins, é só deixar
entrar em nosso coração a felicidade.
E essa sou eu, Tuigue!
Beijo grande!
boa noite gravetinho.......sempre amei seu nome, desde que te conheci nos blogs....nome diferente e interessante....meu filho caçula chama Rusty....então tá explicado meu amor por nomes fora do comum ne????agora fudida?.....eu tb sou rsrsrsrsr beijokas
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