quinta-feira, 15 de abril de 2010

Falando Naquilo!!!

Ontem, no blog do Jairo, (Assim como você), tem um post muito interessante sobre "Sexo dos Cadeirantes" com o título "Tô na viznha, já volto", se puderem ler, vale muito a pena!!!
E acho que hoje ou amanhã na novela "Viver a Vida", finalmente vai acontecer a tão esperada  transa de Miguel e Luciana, é isso mesmo vamos quebrar alguns mitos e tabus  criados pela sociedade que somos assexuados...  E aquelas perguntas que eu não sei de onde vem...
É verdade você também faz sexo? E como é que é?
Igual como você faz!!! rrsr
Tem horas que a gente perde a paciência né?
Hoje resolvi postar algo sobre a sexualidade dos defcientes, já que não tinha abordado o assunto.

Então aqui vai um texto  interessante falando um pouco da Sexualidade dos Deficientes físicos, espero que vocês curtam...

 
Sexo sobre rodas


Toda mulher tem alguma parte do corpo que gostaria de mudar, seja uma gordurinha extra, um nariz longo ou um cabelo armado. De qualquer forma, existem algumas coisas que não podem ser mudadas com tanta facilidade, como uma paralisia ou a falta de um membro do corpo.
A vaidade pode ser um ponto comum entre elas, mas as semelhanças não param por aí. A sexualidade também está na lista. Deficiência não é sinônimo de impotência, é apenas uma forma de desenvolver novos métodos para sentir o prazer.
A psicóloga e consultora de órgãos públicos e ONGs, Ana Rita de Paula, parou de andar aos oito anos por conta de uma síndrome neurológica progressiva. Hoje, ela não come nem escreve sozinha, mas isso não a impede de ter relações. "Meu namorado é negro e eu sou tetraplégica. Ambos enfrentamos preconceitos e isso nos uniu ainda mais. Estamos juntos há 26 anos e nenhum tipo de deficiência pode afetar o desempenho sexual da mulher, desde que ela se sinta desejada."


O psicólogo e especialista em sexualidade humana Fabiano Puhlmann Di Girolamo, explica que apenas pessoas que possuem algum tipo de lesão na medula correm o risco de perder a sensibilidade. Mesmo assim, essas pessoas ainda possuem outros sistemas (simpático e parassimpático) que permitem algum tipo de sensação como o calor do corpo ou arrepios. Além disso, a mulher ainda é capaz de seduzir e ter filhos.
Uma das pacientes de Puhlmann, por exemplo, é uma mulher tetraplégica, ou seja, que não possui movimento nos quatro membros, mas trabalha, estuda, se apaixonou e vai dar a luz a gêmeos nos próximos meses.
Diferente do tetraplégico ou paraplégico, uma pessoa que sofre algum tipo de amputação, possui paralisia cerebral, osteogenese imperfecta (ossos quebradiços) ou outros problemas, não perde a sensibilidade. Nesse caso, a questão maior que se enfrenta é o preconceito.
Quebrar esse obstáculo é a principal barreira que qualquer pessoa com alguma deficiência carrega. "Eles vêm aqui querendo ser ouvidos, eu ouço, mas sem pena. Precisam ter força e se levantar, temos que trabalhar a auto-estima", completa o especialista.
A vereadora (SP) Mara Gabrilli, 39 anos, sofreu um acidente, em 1994, que a deixou paraplégica. Há sete anos fez um ensaio sensual para a revista Trip e namora há cinco. "Logo após o acidente, uma das coisas que questionei foi em relação à sexualidade, sobre o que ia sentir e a intensidade. Eu estava com medo, mas tudo seguiu bem", conta Mara, que teve a sensibilidade aumentada na parte interna do órgão genital e diminuída na parte externa.


O sexo feminino deve estar atento aos seus pontos erógenos, que variam de pessoa para pessoa. De acordo com o especialista em sexualidade da AACD, Marcelo Ares, aquelas que sofreram lesão medular perdem parcial ou totalmente a sensibilidade dos órgãos genitais, podendo atingir o chamado paraorgasmo, uma sensação de prazer que não chega a ter todas as propriedades de um orgasmo. Para isso, ela deve descobrir áreas do corpo que antes não eram tão exploradas, como os mamilos, por exemplo.
Já o homem possui uma sexualidade focada no órgão genital. Apesar da possibilidade de manter a ereção presente quando sofre de alguma paralisia, ele perde o controle da ejaculação. Quando a lesão é incompleta, é possível que ele consiga ejacular normalmente através da relação sexual ou estimulado por procedimentos mecânicos. Em homens que tiveram lesão completa, um número pequeno (de 1% a 5%) pode conseguir ejacular.

Fonte: Bengala Legal

Beijos!!! =]

7 comentários:

  1. Belo texto Renata, realmente existe a curiosidade dos ditos "os normais" sobre nossas vidas sexuais. Infelizmente no meu caso, as maiorias das mulheres só ficam imaginando, perdem a oportunidade de saber como é na prática, LOL ... é não sabendo elas que não cobro nada, LOL ... quem quis saber, não reclamou, muito pelo contrario! Digo sempre a meus amigos que as mulheres estão cansadas de ser o par passivo na relação, sendo assim, quando estou com uma garota, ela domina!
    Não devemos preocupar com a curiosidade, NÓS sabemos do que somos capazes!

    Renato.

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  2. Aguinaldo/Renato!!!
    Tá virando meu leitor assíduo hein...
    Mais é interessante o que vc falou, pois homens e mulheres não atrevem a ter um namoro com algum deficiente,com aquele mito que a gente não vai conseguir ser um parceito ideal na questão do sexo. Então temos que quebrar esse tabu, na maioria das vezes somos até melhores, que os ditos "normais", temos mais exploração do nosso corpo.
    Bjão!!!

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  3. Queridona, amei o post.E já falei isso pra vc.Mas, não podia deixar de dizer.Quem deixa de namorar alguém pq a pessoa tem uma deficiência,como disse o nosso amigo perdem a oportunidade.
    Eu que já namorei pessoas com deficiencia,garanto que as vezes a emenda(a adaptação) sai melhor que o soneto!

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  4. Também concordo com vc Gizz, em gênero, número e grau. Azar de quem não quiser se realacionar com um deficiente, não sabe o que está perdendo...
    Ah!!! Obrigada pelo post no seu blog!!!
    Fiquei me achando rsrsr
    Bjão!!!

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  5. sexo só ñ faz quem ñ quer...

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  6. Linda Tuigue na minha postagem anterior,esqueci
    de colocar a data aproveito para fazer isto ago_
    ra.

    Mais uma vez Parabéns,por esta Luz própria!!!!

    Rio de Janeiro,22 de junho de 2010

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  7. Tuigue,passei a ser sua leitora assídua,depois que um amigo que é tetraplégico,me indicou.De _
    pois que li,nunca mais deixei de ler.Não sou deficiente,mas que é "normal"neste mundo de hoje? È muito fácil tirar a trava dos olhos dos
    outros e esquecer de tirar o cisco do próprio olho.Nunca tive nenhum tipo de preconceito,e prego isto a todos que conheço.

    Parabéns por este alto astral contagiante!!!!

    Que DEUS te ilumine sempre e a todos que estão
    ao seu redor.

    Bjsss Milll neste lindo coração

    Rio de janeiro,22 de junho de 2010

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